É o mercado, é assim que funciona. Não adianta papo de risco de concentração, o mercado se auto regula. O Brasil precisa estar pronto para a dinâmica de mercado globalizado.
O varejo no Brasil é muito pulverizado, deixando estas movimentações muito mais para discussões teóricas, do que influência de fato.
Contudo perdemos a oportunidade de colocar uma empresa com DNA e participação Brasileira em uma posição de liderança, em função do conceito de "proteção de mercado"que no caso em questão envolveu briga politica, vaidade e falta de reconhecimento do empreendedor Brasileiro.
Fica aqui uma lição, não tem guerra política e nem sensacionalismo da mídia que impeça o mercado de se auto-regular. Não é o Pão de Açúcar será o WalMart, simplesmente porque o Carrefour precisa de uma solução de sua operação no Mundo, e a solução passa pelo Brasil, vamos pensar grande Brasil.......
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