Como então lidar com a demanda dos consumidores e das empresas pela inovação e ao mesmo tempo fazer o negócio prosperar do ponto de vista financeiro?
Temos assim duas alternativas:
(1) Pegar uma ideia que já existe e aperfeiçoá-la. Assim, o insight inicial é um passo a menos para dar, bastando ter boa visão de negócio para aprender com os erros dos outros e enxergar o que o consumidor quer lá na frente. Um exemplo? Steve Jobs. Não foi ele quem inventou o primeiro computador nem o primeiro smartphone. Mas ele soube aprimorar a tecnologia e projetar o que o consumidor queria de maneira brilhante, e induzi-lo a esse desejo de consumo. Afinal, hoje todo mundo acha que precisa de um iPhone, iPad ou iPod, e antes dessas coisas existirem você na verdade provavelmente nem sentia falta delas.
(2) Criar do nada, na acepção pura da palavra inovação. Porém, durante o processo de criação, não podemos desperdiçar recursos; e também não podemos esquecer da implantação, isto é, de transformar em algo palpável e lucrativo uma ideia que por enquanto está só no papel.
Em ambos os casos, é útil aplicar o funil da inovação, um outro conceito que minimiza mancadas e desperdício de dinheiro ao longo do processo. Em cada etapa, você pode avaliar os custos e a viabilidade do produto ou serviço que você está criando, antes que o seu orçamento seja sugado pelo ralo. Pode recalcular e ver se vale a pena prosseguir.
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